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Exposição de David LaChapelle no Rio de Janeiro

Está em cartaz aqui, no Rio de Janeiro, a exposição “Heaven to Hell: Belezas e Desastres”, do fotógrafo David LaChapelle.

LaChapelle
Uma das fotos da exposição de David LaChapelle no Rio de Janeiro [clique na imagem para ampliar]

Confira o release do Oi Futuro:

O Oi Futuro apresenta a mostra inédita “Heaven to Hell — Belezas e Desastres”, do fotógrafo norte-americano David LaChapelle, considerado um dos melhores do mundo, mestre das cores e efeitos especiais, adorado por nove entre dez estrelas do cinema, da música e da moda.

Diretor e roteirista de celebridades, o americano de imaginação prodigiosa e irreverência punk David LaChapelle, 37 anos, com seu estilo único, surreal e bem-humorado, tem sua marca em algumas das imagens mais influentes dos últimos 25 anos da música, na moda e na publicidade. Ex-ajudante de garçon do lendário Studio 54 de Nova York, LaChapelle convive desde os 15 anos com o mundo fashion.

De estagiário de Andy Warhol a fotógrafo de superstars, como Madonna e Leonardo DiCaprio, LaChapelle é autor de mais de 150 capas da Revista Rolling Stones, contratado pela Vanity Fair e figura freqüente nas maiores revistas internacionais de moda e estilo. Segundo o jornal New York Times, ele é o “Fellini da fotografia”.

A exposição David LaChapelle — “Heaven to Hell — Belezas e Desastres”, com curadoria de Eva Grisntein e Fred Torres, desvenda o universo fantástico do artista. Conta com 25 das melhores fotografias do acervo de LaChapelle, expostas em painéis de 1,50m x 1,80m; dez videoclipes de ícones do pop como Elton John e Christina Aguilera, exibidos continuamente em uma tela espelhada; e com sessões no decorrer do dia, o longa-metragem Rize, documentário concebido e dirigido por LaChapelle, que retrata o krumping, estilo de dança frenético dos subúrbios de Los Angeles.

[Foto: Flickr do Luis Saguar.]

Porque as vodkas são mais criativas que as cervejas?

Não sou fã de vodka — prefiro a boa e velha cerveja — mas acho que a “guerra das marcas” no mundo destilado é bem mais interessante que a tradicional “guerra das cervejas”, apesar das belas mulheres que as cervejas não conseguem tirar do seu cardápio publicitário. E convenhamos, a gente já sabe o que esperar de um comercial de cerveja!

Antarctica

Tomamos (no sentido de escolher, e não de beber!) a ABSOLUT VODKA por exemplo. Acho simplesmente sensacional uma vodka ter tantas opções de sabores — apesar de achar tudo igual — e tantas garrafas, cada uma mais linda que a outra. Dá tanta vontade de colecionar essas garrafas que eu tenho duas em casa, mesmo sem gostar de beber vodka. Até mesmo a garrafa da Sagatiba (não é vodka, é cachaça), que não tem um trabalho de marca tão intenso assim como a ABSOLUT VODKA, da vontade de ter em casa.

E o detalhe não está só na garrafa, está na comunicação da marca. Tudo bem que cerveja é barato, qualquer um (maior de 18 anos, claro) pode beber mesmo sendo um “pé-rapado” e as bebidas destiladas são mais caras. Mas para mim, isso não é desculpa para não fazer uma comunicação mais inteligente, mais criativa etc.

Bem, estou falando isso simplesmente porque vi um artigo no pristina.org sobre o projeto ABSOLUT BRASIL e achei sensacional!

Trata-se de um projeto onde artistas nacionais — Mooz, Colletivo, Nitrocorpz, Adhemas, Rubens LP, Nelson Leirner, Daniel Senise, Glauco Diogenes, Nando Costa, Marconi, Gui Borchert e Abiuro — apresentaram uma releitura da garrafa de vodka da marca inspirado na nossa cultura, com direito a exposição em São Paulo e tudo!

Projeto ABSOLUT BRASIL

Putz, sensacional! Se for barato (eu sei que não é) eu compro todas essas garrafas! Isso sim é comunicação, pelo menos para mim!